dezembro 30, 2017

Metodologia de ensino de ciências naturais na prática.

Metodologia de ensino de ciências na práticaEm nossa experiência no Ensino de Ciências Naturais acumulamos material relacionados aos nossos métodos de ensino de ciências naturais no ensino fundamental. Compartilhamos aqui alguns destes trabalhos realizados durante a jornada no magistério a fim de trocar experiências com demais profissionais.


Metodologia de ensino de ciências naturais na prática.


1 - A importância da Seleção de conteúdos para Metodologia de ensino de ciências.


Uma das fases do ensino de ciências é a seleção de conteúdos, neste texto fizemos algumas reflexões referentes ao tema que debatemos em grupos de estudos de ensino de ciências na década passada. Quais sejam: 

Algumas sugestões para reflexão


  1. Utilizar um tema gerador, com participação dos alunos, que é a forma de despertar o interesse por determinados assuntos;
  2. Considerar o conhecimento prévio dos educandos; 
  3. Procurar não simplificar os conteúdos a fim de "facilitar" o aprendizado dos alunos;
  4. Privilegiar conteúdos capazes de gerar inquietações e discussões em sala de aula; 
  5. Promover uma visão crítica dos conteúdos propostos;
  6. Contextualização dos conteúdos, a fim de lhes atribuir significados; 
  7. Propor conteúdos relacionados diretamente com a atividade de ensino proposta.

Quadro - Metodologia de ensino de ciências


2 - Em relação a metodologia de ensino de ciências destacamos a produção de texto nas aulas de ciências.



Iniciamos afirmando que a produção de texto passa necessariamente pela leitura, não necessariamente de um texto, mas de imagem, de um fato, de uma experiência, ou seja, de qualquer material ou atividade realizada na aula de ciências que será a nossa fonte de produção textual na aula de ciências como metodologia de ensino. Você também pode conferir sugestões de planos de aula em "55 Planos de aula de meio ambiente para ensino fundamental 1".

Dicas para a produção texto:


1) O texto escrito pelo aluno deverá ser  um desdobramento da leitura.
2) Pode ter como objetivo a realização de um mural coletivo;  
3) Para criação de um espaço na sala de aula de exposição dos textos dos alunos, podendo o mural ser temático, como por exemplo, DST.  
4) Escrever sobre uma observação que tenha feito, como por exemplo, relâmpagos e trovões, um rio poluído, etc.
5) Não esperar do aluno a repetição daquilo que lhe foi informado, mas estimular a sua criação.


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3 - Metodologia de ensino de ciências e o improviso: Projeto MESA-REDONDA “AQUECIMENTO GLOBAL EM DEBATE”.




Projeto de ciências chamado Mesa-redonda "Aquecimento global em debate". A escolha do tema surgiu em debate que teve lugar na reunião de planejamento pedagógica no início do ano letivo, realizada anualmente conforme calendário da Secretaria Municipal de Educação.   Ressalta-se a relevância da temática, que levou a humanidade a refletir sobre o futuro do planeta desde a Carta de Belgrado, que foi um marco conceitual no tratamento das questões ambientais, passando pela ECO’92 e convergindo no crescente debate relativo ao tema das mudanças climáticas e suas implicações.        


Acreditamos que a realização de projetos é uma metodologia produtiva no ensino de ciências. Trata-se de um projeto desenvolvido em uma escola pública no contexto do Programa de Educação de Jovens e Adultos.

OBJETIVOS




Os objetivos do projeto visam proporcionar aos alunos do PEJA uma aproximação da percepção individual aos reais significados de suas atitudes para a proteção do meio ambiente, procedimentos que melhorem a qualidade de vida na comunidade. Tendo por meta principal a formação de um aluno consciente e atualizado com debates atuais.
Dessa forma, pretende-se não só despertar nos alunos a preocupação da preservação do Meio Ambiente, mas apresentar alternativas a fim de amenizar um mal que já se instalou: nosso planeta está aquecendo mais do que deveria. O que fazer?
Ademais, objetivou-se também, criar um ambiente de formalidade no formato do seminário, valorizando a participação do aluno.

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METODOLOGIA

No primeiro trimestre de 2007, a questão do Meio Ambiente, relacionada à qualidade de vida e à preservação do Planeta, tem sido o ponto de partida das aulas nas turmas do PEJA.
O projeto foi dividido em duas etapas: (1) a primeira consiste em atividades de classes, relativas ao tema, desenvolvidas pelos professores em suas turmas; (2) sendo a segunda parte o evento (Mesa-Redonda), pois assim os alunos teriam uma base para participar da programação.
           

            Primeira etapa

Na primeira etapa foram realizadas as atividades de classes relativas ao tema, desenvolvidas pelos professores em suas turmas. Ressalta-se que privilegiou-se a liberdade no intuito de que os docentes realizassem atividades conforme as características e perfil de cada turma.
Dentre as atividades realizadas pelos professores com suas turmas pode-se destacar: Exibição de vídeos, como por exemplo, o vídeo “Aquecimento Global uma verdade inconveniente”,  além de produção de cartazes, produção de material pelos alunos, neste caso, destaca-se a caixa sobre o próximo animal a entrar em extinção., uma caixa fechada (como as de embalagem de eletrodomésticos) com um furo do tamanho de rosto, em que ao olhar dentro da caixa a pessoa via sua imagem refletida em um espelho e figuras de animais extintos, caracterizando que a espécie humana pode ser o próximo.

Segunda etapa

         Para realização da Mesa-Redonda foi necessária a mobilização de recursos didáticos, como por exemplo, retroprojetor (emprestado de outra escola), arrumação e decoração do auditório e aparelhagem de som.
O evento, coordenado pela Professora Orientadora e participação integral do grupo de professores do Ensino de Jovens e Adultos contou, ainda, com o auxílio da direção da Escola.
Dinâmica:
Abertura da Mesa Redonda.
Professores palestrantes – Professores da própria escola.
Debate a partir de perguntas feitas pelos alunos.

Conclusão

            A realização de um projeto dessas características requer uma interação coletiva entre os diversos segmentos e disciplinas da escola. Trata-se de uma atividade totalizadora do ambiente escolar.
            A execução exige um esforço conjunto visando a obtenção dos recursos necessários.
            As etapas foram realizadas por professores do primeiro segmento (PEJA I) e professores do segundo segmento (PEJA II) de diferentes disciplinas promovendo uma atividade multidisciplinar e a participação efetiva dos alunos.
            Os alunos que participaram amplamente das atividades, mostraram-se satisfeitos e surpresos com o porte do evento (Mesa-Redonda) apresentaram questionamentos no espaço destinado ao debate e solicitaram a realização de novos eventos similares.

Referências

Elaboração de Projetos em Mídia e Educação //www.multirio.rj.gov.br/  acessado em  11 de outubro de 2003

SANTOMÉ, Jurjo Torres. O Professorado em época de neoliberalismo: dimensões sociopolíticas de seu trabalho. IN LINHARES, Célia (Org). Os professores e a reinvenção da escola:  Brasil e Espanha 2 ed São Paulo Cortez 2001.


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4 - Metodologia de ensino de ciências naturais e a importância do Planejamento


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O planejamento aponta a metodologia realizada pelo professor em sua prática de ensino de ciências. Um projeto realizado em nossa caminhada pedagógica foi o QUALIDADE DE VIDA.

dezembro 01, 2017

Rebanho de Búfalos do Brasil

O maior rebanho de búfalos do mundo não está no Brasil, mas o Censo Agro 2017 apresentou o maior rebanho de búfalos do país. A recente pesquisa fala da bubalinocultura no Brasil; aponta quais as cidades que apresentam maior desenvolvimento no rebanho bubalino, raças e o significado deste setor para a nação.

Maior rebanho de búfalos (bubalino) do Brasil - Censo Agro 2017




Maior rebanho de búfalos do Brasil
by Pixabay - Búfalo


Fonte: Editoria: IBGE

Maior concentração de búfalos do país, Ilha do Marajó está no Censo Agro


A produção agropecuária tem enorme importância na geração de emprego e renda no Estado do Pará, onde cerca de 230 mil estabelecimentos em 144 municípios serão visitados pelos recenseadores que coletam dados para o Censo Agro 2017. O estado é grande fornecedor de mandioca, soja e dendê, e disputa com a Bahia a posição de maior produtor de cacau do Brasil. Mas, ao olharmos as estatísticas, há um setor bem específico que salta aos olhos: a criação de búfalos na Ilha de Marajó.

Localizada no norte do Pará, em uma área em que nem os pescadores sabem dizer onde termina o rio e começa o mar, a ilha concentra o maior rebanho de búfalos do Brasil. De acordo com a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), do IBGE, o Pará contava com cerca de 520 mil cabeças (38% do total nacional) em 2016, das quais mais de 320 mil estavam na costa norte e nordeste da ilha. Só o município de Chaves concentra pouco mais de 30% do rebanho do Estado, cerca de 160 mil animais – para se ter uma ideia, o segundo município com o maior número de búfalos no Brasil é Cutias, no Amapá, onde havia pouco menos de 77 mil cabeças.

O Maior Rebanho da Ilha


O município de Soure, que abriga uma das Agências do IBGE em Marajó, concentra o segundo maior rebanho da ilha (cerca de 74.500 cabeças) e é a capital turística da região. Quem sai do Terminal Hidroviário de Belém em busca de belas praias encontra por lá indícios de que o búfalo movimenta toda a economia local, da gastronomia ao transporte de cargas, e está presente em uma grande variedade de estabelecimentos. De acordo com João Paulo da Rocha, vice-presidente da Associação Paraense de Criadores de Búfalos, estima-se que 80% de todos os criadores do Estado sejam pequenos proprietários com até 200 cabeças, e o mesmo padrão pode ser encontrado na ilha.

Os búfalos e a vida na cidade


A criação de búfalos não envolve apenas os pecuaristas, já que os animais fornecem carne, leite, couro e chifres para restaurantes, artesãos, queijeiros e outros tipos de estabelecimento. Em uma oficina de curtume na cidade, bolsas e calçados são vendidos após um processo que dura mais de dois meses e envolve o tratamento da pele, o tingimento com tinta extraída da casca da Árvore do Mangue e o alisamento do couro antes de ser trabalhado pelo artesão. Os animais são utilizados até mesmo pela polícia de Soure em suas patrulhas, algo que maravilha os turistas e tranquiliza os habitantes. Dóceis, os bichos pastam soltos pela cidade e não é raro encontrar moradores que criam um no quintal de casa.

Os criadores geralmente não se envolvem com a venda da carne, comercializando apenas os animais vivos para outros pecuaristas ou para compradores que promovem o abate em matadouros. Segundo Rocha, da APCB, os maiores consumidores da carne são os próprios marajoaras; Belém e outros municípios do Pará também são destinos comuns e, fora do Estado, constam Amapá, Maranhão e o Líbano como compradores frequentes. Em Soure, a maior parte do abate é realizada no matadouro municipal. “Eu só vendo meus animais, não trabalho com morte”, diz a criadora Eva Daher Abufaiad, que possui duas propriedades voltadas aos búfalos, uma delas herdada do pai, Elias Salomão Abufaiad, descendente de libaneses que começou o negócio da família no Marajó há mais de 70 anos.

Veterinária e agrônoma, a doutora Eva, como é conhecida em Soure, supervisiona a criação de cerca de mil animais em propriedades que somam dois mil hectares. A maioria é da raça Murrah ou Carabao, duas das quatro encontradas na Ilha do Marajó – há também a Jafarabady e a do Mediterrâneo, além dos mestiços. Ela também realiza inspeções no matadouro, cuida dos animais domésticos dos moradores de Soure e faz perícias a pedido de órgãos do Judiciário e da polícia para identificar búfalos roubados e encontrados em outras fazendas, geralmente no Amapá. Segundo Eva, os roubos são frequentes e causam prejuízo, mas não desanimam os criadores: “Eu sempre digo que não trabalho por dinheiro, trabalho por amor à natureza e aos animais”, afirma.

A propriedade de Eva Abufaiad está entre as cerca de 1.500 que serão visitadas pelo Censo Agro na metade norte da Ilha do Marajó, mas, ao contrário de muitas outras na região, é de fácil acesso para os recenseadores. Em outras fazendas criadoras de búfalos na ilha, sobretudo em partes alagadas, chega-se apenas de barco. Uma curiosidade sobre os búfalos é que são excelentes nadadores; há, inclusive, uma lenda que diz que os bichos chegaram pela primeira vez ao Marajó na última década do século XIX depois que um navio que os levaria da Indochina (região em que se situam Vietnã, Laos e Camboja) à Guiana Francesa naufragou perto da costa. “Mas a versão oficial e verificável é a de que os búfalos começaram a ser importados da Itália e da Índia na década de 1930”, afirma Rocha. Ainda assim, é a lenda que ajuda a explicar o nome exótico das raças (Carabao, Murrah, Jafarabady, entre outros) aos turistas que, rindo, aceitam a versão lúdica sem contestar.


O Pará conta com 26 subáreas, entre as quais se dividirão os mais de mil recenseadores que devem ser distribuídos em campo para a coleta de dados do Censo Agro 2017 – atualmente, cerca de 60% dos pesquisadores já estão realizando entrevistas. Até o início de novembro, quando a operação completou um mês em campo, 10% dos estabelecimentos haviam sido recenseados, o que corresponde a cerca de 20 mil propriedades. Curiosamente, o primeiro questionário do Censo Agro coletado no Pará foi do Soure.
Editoria IBGE

novembro 30, 2017

A Importância das Águas Subterrâneas

A importância das águas subterrâneas é um tema fundamental para o futuro do planeta. Origem, tipos e formação das águas subterrâneas são aspectos que devem ser considerados pelas autoridades do setor para garantir a reserva hídrica para as próximas gerações.


A IMPORTÂNCIA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS


  1. No Brasil, em geral, as águas subterrâneas abastecem rios e lagos. Por isso, mesmo na época seca, a maioria dos nossos rios é perene;
  2. Os aqüíferos têm importância estratégica e suas funções são ainda pouco exploradas, tais como: produção, armazenamento, transporte, regularização, filtragem e auto-depuração, além da função energética, quando as águas saem naturalmente quentes do subsolo;
  3. Os usos múltiplos das águas subterrâneas são crescentes: abastecimento, irrigação, calefação, balneoterapia, engarrafamento de águas minerais e potáveis de mesa e outros;
  4. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE (Recursos Naturais e Meio Ambiente, 1998) estima-se que 51% do suprimento de água potável seja originado do recurso hídrico subterrâneo;
  5. As águas subterrâneas têm grande alcance social pois os poços, quando bem construídos e protegidos, garantem a saúde da população.
Águas subterrâneas
by Pixabay


Problemática do uso de água subterrânea para irrigação.


A crescente utilização da água subterrânea para irrigação representa uma grande ameaça ao global da segurança alimentar e pode levar a valores exorbitantes para os alimentos básicos. De 2000 a 2010, a quantidade de água subterrânea não renovável utilizada para a irrigação aumentou em um quarto, de acordo com um artigo publicado na Nature em 30 de março Durante o mesmo período a China dobrou seu uso da água subterrânea.

O artigo conclui que 11 por cento das captações de água subterrânea para irrigação está ligada à agricultura comercial . 

Em algumas regiões, por exemplo, na Califórnia central ou Norte-West India, não há precipitação suficiente ou água de superfície disponível para crescer culturas como milho ou arroz e assim os agricultores também usam a água do subsolo para irrigar”, diz o artigo.

“Quando um país importa US milho cultivado com esta água não renovável, praticamente está importando água subterrânea não renovável.”

Carole Dalin, Instituto de Recursos Sustentáveis ​​na University College, em Londres.

O artigo focado em casos em que reservatórios subterrâneos ou aquíferos, são usados em excesso. “Quando um país importa milho cultivado com esta água não renovável, ele praticamente importa água subterrânea não-renovável”, Carole Dalin, principal autor e pesquisador sênior no Instituto de Recursos Sustentáveis da University College, em Londres, diz SciDev.Net .

Culturas, tais como arroz, trigo, algodão, milho, culturas de açúcar e soja são mais dependentes nesta insustentável utilização de água, de acordo com o estudo. Ele lista os países do Oriente Médio e Norte da África, bem como China, Índia, México, Paquistão e os EUA como maior risco.

Paquistão e Índia têm sido localmente mais afetados devido ao esgotamento das águas subterrâneas e exportação de produtos agrícolas cultivados com águas subterrâneas não-sustentável. O Irã é tanto exporta como importa e Filipinas está a importando a partir do Paquistão, o que é não-sustentável. China está importando muito com da Índia. Japão e Indonésia está importando, principalmente a partir dos EUA “, diz Yoshihide Wada, co-autor do diretor relatório e vice-presidente do Instituto Internacional para o Programa de Água Sistemas de Análise Aplicada, Laxenburg, Áustria.


A Agricultura é o usuário principal de águas subterrâneas, sendo responsável por mais de 80 a 90 por cento dos levantamentos em países de irrigação intensa como a Índia, Paquistão e Irã, de acordo com o relatório.

Os pesquisadores dizem que os esforços para melhorar a eficiência do uso da água e desenvolver a monitorização e regulação precisa ser priorizada. Os governos devem investir em melhor infra-estrutura de irrigação, tais como irrigação por aspersão e introduzir nova cultivar ou rotação de culturas para ajudar os produtores minimizar o uso de água.

Wada sugere a criação de uma conscientização, colocando etiquetas de água, ao longo das linhas de rótulos dos alimentos “mostrando quanta água usada é nacional ou internacional e se essas quantidades de água são de fontes sustentáveis ou não sustentáveis”.

Andrew Ocidental, professor de recursos hidrológicos e de água na Escola de Engenharia da Universidade de Melbourne, sugere sistemas de titularidade água executáveis na extração. “Nas últimas décadas, a reforma da água na Austrália levou a água a um valor econômico claro e explicitado por um mercado de água. Isto permitiu mudanças no uso da água para lidar com as oscilações climáticas de curto prazo e também tem impulsionado a tendência de aumento da produtividade “, diz ele.

Veja também:



Referências:


Águas subterrâneas : Programa de Águas Subterrâneas / Ministério do Meio Ambiente. Brasília: MMA, 2001. pag.11

Excessive groundwater use may hit food security Disponível em: http://www.scidev.net/asia-pacific/water/news/excessive-groundwater-food-security.html. Acessado em 11/08/2017. SciDev.Net: News, views and information about science, technology and development Licenciado sobre Creative Commons




novembro 24, 2017

Quelíceras e pedipalpos: função e forma nos aracnídeos.

Vídeo aula de biologia e ciências para estudantes, vestibular, ENEM, etc. 
Este vídeo apresenta as quelíceras e pedipalpos temíveis armas dos aracnídeos considerando a Classificação destes artrópodes. 


Quelíceras e pedipalpos: função e forma nos aracnídeos.


Aborda: Quelíceras e pedipalpos, função e forma borda nos escorpiões qual a função das queliceras, aranhas, exoesqueleto dos artropodes, prossoma, cefalotórax e outros. 

Trata-se de curiosidades sobre aranhas e escorpiões peçonhentos que lança o veneno ou peçonha.

Fonte: Zoologia G. de Storer

Clique no vídeo abaixo para assistir e inscreva-se no canal do youtube aqui


novembro 22, 2017

Abelha Mestra

Abelha Mestra


A Abelha Mestra é a abelha rainha a única fecunda da colmeia.

Abelha rainha ou mestra fecundada


Põe os ovos. Cerca de 7 dias após a eclosão uma abelha rainha (mestra) acasala-se podendo eliminar até 1,000 ovos por dia.

Cada favo em uma colmeia é uma lâmina vertical de cera. As células que darão origem a abelha mestra (rainha) tem tamanhos grandes verticais, em forma de amendoim abertas embaixo e construídas ao longo das margens inferiores do favo para criação das rainhas.

Tempo de vida das abelhas


Rainha 3 a 5 estações
Operárias 1 a 3 estações
Zangão - Quando a produção de ovos cessa os zangões são expulsos para jejuar e morrer.

abelhas
by pixabay

Fonte:
Storer, Tracy Zoologia Geral Companhia Nacional, 1989

novembro 20, 2017

Sagebrush - Bioma

Sagebrush - Bioma


De acordo com  (Storer, 1989), Sagesbrush. Planalto entre as montanhas rochosas e o sistema Sierra Nevada-Serra Cascade.

Clima: Seco, inverno frio com chuva ou neve reduzidas, verão quente.

Espécies - Vegetação: Artemisia tridentata Sage e outros arbustos amargos, gramíneas em tufos, junípero.

Espécie - Animais: lebre, esquilos-do-chão, roedores, coiote, texugo, galiforme e outros.

Lebre da Califórina
Lebre-da-Califórnia By Pixabay


Fonte: Storer. Zoologia Geral. Companhia editora nacional, 1989. pag. 226. tradução

novembro 14, 2017

Exemplos de Restauração Ecológica na América Latina

Restauração Ecológica na América Latina. A recuperação de ecossistemas naturais degradados e a restauração ecológica são instrumentos importantes para a reconstrução de um ecossistema. Um estudo denominado "Os planos atuais para a restauração ecológica na América Latina: Avanços e omissões" analisou os planos para a restauração ecológica na América Latina avaliando os Avanços e as omissões. 


Exemplos de Restauração Ecológica na América Latina


Os planos atuais para a restauração ecológica na América Latina: Avanços e omissões. 


Neste estudo, foram avaliados os países com um plano de restauração na América Latina para analisar, posteriormente, o alcance destes planejamentos. Os países com um plano de restauração, pesquisados, foram:

  • Brasil, 
  • Colômbia, 
  • Equador e 
  • Guatemala. 


Floresta - Exemplos de Restauração Ecológica na América Latina
by RGS - Curitiba


O Estudo sobre a Restauração Ecológica na América Latina


A análise mostrou que os objetivos e abordagens de restauração são semelhantes em todos os países. Destaca-se a consideração do estabelecimento de metas para a recuperação dos serviços ambientais de forma sustentável, adotando abordagens para a restauração em escala na paisagem a longo prazo. 





Sucessão Ecológica e Participação Social


  • Sucessão ecológicaSegundo o texto a sucessão ecológica é considerada uma maneira efetiva (financeiramente) para a restauração. 
  • A Participação Social - De acordo com a pesquisa, a participação social é importante para a construção e operação de iniciativas e formação de um quadro legal associado aos planos. 


Contudo, para os cientistas é necessário fortalecer os planos de estrutura conceitual, incluindo áreas de restauração socioeconômicas com critérios e prioridades definidos, além de desenvolver abordagens verticalmente em processos de restauração que beneficiem o seu financiamento. 


Planos para a restauração ecológica

Para os pesquisadores planos de protocolos para o monitoramento de aspectos biofísicos e socioeconômicos de restauração também devem ser incluídos. 
A pesquisa concluiu que os planos examinados são um passo importante para cumprir os compromissos internacionais, no entanto, o desafio não reside apenas na sua consolidação.

novembro 01, 2017

Conheça 6 destinos no Brasil que promovem o Turismo Sustentável

6 destinos brasileiros que promovem o Turismo Sustentável 


Você já ouviu falar de turismo sustentável? Esse tipo de turismo vem crescendo bastante entre viajantes e empresas de turismo. E quando o assunto é viagem, sempre será uma boa ideia escolher empresas que preservem os locais e promovam o desenvolvimento sustentável. 
Além disso, escolher atividades sustentáveis é uma boa prática para tornar a viagem mais ética e consciente.

Abaixo você vai conferir uma lista incrível com algumas cidades brasileiras que você pode visitar sem dor na consciência. Não deixe de acompanhar e boa leitura! 

Bonito é uma das cidades brasileiras que promove o turismo sustentável 

Bonito é uma cidade que fica a cerca de trezentos quilômetros do Mato Grosso do Sul e é referência internacional em turismo sustentável. É famosa pela sua beleza natural e pelas atividades de ecoturismo que desenvolvem para moradores e turistas. 
Em 2013, a cidade foi eleita como o melhor destino sustentável do planeta. Bonito conta com paisagens naturais de tirar o fôlego e passeios com animais da região.
Além disso, a cidade disponibiliza um voucher para os turistas que controla o número de visitantes nas atrações. O intuito é impedir que a natureza tenha impactos negativos. 

Fernando de Noronha não podia ficar de fora dessa lista de turismo sustentável 

A cidade conta com um controle rígido do número de turistas que visitam a ilha, além de ações que objetivam diminuir a emissão de gás carbono. Fora isso, a cidade usa material reciclado em suas construções e envolve a população nos projetos. 
Noronha também se torna um excelente destino para quem se preocupa com a sustentabilidade e ética na indústria do turismo. No ano passado, a cidade foi o segundo destino brasileiro a alcançar o top 100 de destinos sustentáveis globais. 

Gramado e Canela também fazem turismo sustentável 

As duas cidades do Rio Grande do Sul costumam ficar bastante movimentadas durante o inverno e oferecem diversas opções de lazer para as famílias. Em Canela, o Hotel Blumenberg foi premiado por possuir iniciativas sustentáveis. O Hotel Bangalôs da Serra, em Gramado, recebeu o mesmo prêmio. Dentre as iniciativas, merecem destaque a divulgação da cultura local e a diminuição e reciclagem de resíduos. 
Fora isso, a Agência Sul Turismo realiza roteiros no interior do estado que permite a integração com famílias de agricultores da região. 

Gramado - by RGS

Turismo sustentável  em Miranda – Mato Grosso do Sul

Miranda, uma pequena cidade do Mato Grosso do Sul, também realiza turismo sustentável. O local abriga o Refúgio Ecológico Caiman, que foi finalista do prêmio internacional de turismo sustentável. 
A fazenda conta com cinquenta e três mil hectares e tem um programa de pesquisas e conservação da flora e da fauna do Pantanal. O local conta ainda com uma estância, que possui uma criação de gato que pode receber a visita de turistas. 
Miranda possui ainda um complexo com pousadas sustentáveis e pequenas vilas que abrigam funcionários e familiares. Vale ressaltar que esses funcionários recebem treinamento de programas socioambientais. 

Socorro – São Paulo e o turismo sustentável 

A cidade de Socorro fica localizada na divisa com Minas Gerais. É conhecida pela oferta abundante de roteiros com aventuras na natureza. Um dos exemplos de turismo sustentável no Brasil é o Hotel Fazenda Campo dos Sonhos. O local é compromissado com a cultura local, o meio ambiente e a acessibilidade. 
O hotel criou o projeto Aventureiros Especiais. A iniciativa desenvolveu maneiras de aplicar o turismo adaptado, feito especialmente para pessoas com deficiência. Dentre as atividades ofertadas há passeio de trator, arvorismo, cavalgadas e trilhas. 

Finalizamos a lista com a Reserva Mamirauá, no Amazonas 

A Reserva se localiza a aproximadamente seiscentos quilômetros de Manaus. O local abrange 6 munícipios: Fonte Boa, Uarini, Maraã, Tefê e Jutaí Alvarães. Em Tefê fica localizada a sede do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, além da pousada Uakari. 
Essa pousada dispõe de programas de ecoturismo. Dentre as atividades estão passeios de canoa e de barco, busca por animais noturnos na floresta e visitas às comunidades ribeirinhas. 


Características do Turismo Sustentável

A oferta para um turismo sustentável consiste em naturais e artificiais como: 


  • atrações naturais (paisagens, clima, água, praias, vida selvagem, vegetação) 
  • atrações culturais (arquitetura histórica, religiosa ou especialmente típica monumentos, artesanato tradicional ou outras formas econômicas, folclore, fes-tivals, cultura cotidiana, hospitalidade, pratos especiais, etc.). 
  • Instalações de transporte 
  • Instalações de férias (acomodações, comida, lojas, entretenimento e outros instalações necessárias para atividades turísticas, como trilhas para caminhada) 
  • Facilidades de mediação (agentes de viagens, operadores turísticos, gabinetes de informação turística)
  • Opções de campismo ambientalmente amigáveis; 
  • Passeios indígenas guiados; e 
  • Atividades de apoio a um recinto de arte / cultura

Vantagens econômicas do Turismo Sustentável

  • Envolve a comunidade anfitriã na governança do turismo, planejamento e gestão local. 
  • Enfatiza os limites do turismo para o desenvolvimento. 
  • Geração de lucro econômico para a economia local. 
  • Independência econômica da população local
  • Gera benefícios econômicos para os habitantes locais, contribui para o patrimônio cultural e natural e aumenta o bem-estar geral da comunidade anfitriã; 

Aspectos ecológicos do turismo sustentável

  • Minimização dos impactos negativos do turismo 
  • Preservação natural e cultural e conservação 
  • Promoção da observação do visitante e compreensão - o meio ambiente 
  • Uso eficiente de recursos no turismo
  • Procura ativamente minimizar todos os impactos negativos; 

Problemas típicos no desenvolvimento do ecoturismo

  • Áreas de conservação não cobram taxas ou apenas taxas muito baixas que não são suficientes para as despesas incorridas pelo turismo. 
  • Os ganhos das taxas devem estar disponíveis para a conservação da natureza local. 
  • As empresas de turismo freqüentemente se opõem às taxas porque elas temem efeito sobre sua competitividade; ou criticam o fato de que as taxas são usadas apenas para burocracia governamental. 
  • A população rural local não possui o know-how , a experiência e experiência com recursos inanceiros para participar no negócio do turismo. 
  • Em muitos casos, a força de trabalho local não pode aceitar empregos qualificados devido a nível de treinamento . Além disso, os bens e serviços locais são inexistentes ou de pouca qualidade para resultar em efeitos multiplicadores notáveis. 
  • Em alguns casos o potencial turístico é superestimado porque não há estudos de viabilidade ou custo-benefício análise foram realizadas. 
  • Muitas vezes , o setor privado e outros protagonistas relevantes são ignorados em vez de serem atraídos por seu profissionalismo e contatos de mercado

A importância da sustentabilidade nos dias atuais passa pelo ecoturismo e atividades como turismo cultural, turismo desportivo, desenvolvimento sustentavel, turismo receptivo. Considera-se também a importância das cidades sustentáveis, educação ambiental e uso de tecnologia sustentável para se escrever uma nova história do turismo mundial com a especialização em práticas que promovam uma vida sustentável para a comunidade local.

Espero que você tenha gostado de conhecer algumas das cidades brasileiras que promovem o turismo sustentável. Que tal, na sua próxima viagem, você escolher uma delas para visitar? Comente!

Veja também:


Referências

https://www.giz.de/expertise/downloads/en-tourism-sustainable-development.pdf
https://www.mdpi.com/2071-1050/6/5/2538/pdf

outubro 27, 2017

Exercícios sobre Unidades de Conservação para 7º ano.

Exercícios sobre Unidades de Conservação para 7º ano. Questões sobre Sistema Nacional de Unidades de Conservação SNUC. Exercícios com perguntas e texto para respostas sobre unidades de conservação para o 7 ano do ensino fundamental. Confira também Exercícios sobre Artrópodes ensino fundamental



Exercícios e questões sobre unidades de conservação para 7º ano.




ÓRGÃOS DO MEIO AMBIENTE


SNUC – Significa Sistema Nacional de Unidades de Conservação do Meio Ambiente. 
Órgão central é o Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de coordenar o Sistema;
Conama significa Conselho Nacional do Meio Ambiente -, com as atribuições de acompanhar a implementação.
Órgão central é o Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de coordenar o Sistema; e os Órgãos executores são: o Instituto Chico Mendes e o Ibama, tem caráter supletivo. Os órgãos estaduais e municipais, tem a função de implementar o SNUC que deve subsidiar as propostas de criação e administrar as unidades de conservação federais, estaduais e municipais, nas respectivas esferas de atuação.

CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO


As unidades de conservação dividem-se em dois grupos: I - Unidades de Proteção Integral; II - Unidades de Uso Sustentável.
O objetivo básico das Unidades de Proteção Integral é preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, com exceção dos casos previstos nesta Lei.
O objetivo básico das Unidades de Uso Sustentável é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.
O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias: I - Estação Ecológica; II - Reserva Biológica; III - Parque Nacional; IV - Monumento Natural; V - Refúgio de Vida Silvestre.
A Estação Ecológica tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas é de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. É proibida a visitação pública, mas pode a visitação quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico. A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas.
Na Estação Ecológica só podem ser permitidas alterações dos ecossistemas no caso de:
I - medidas que visem a restauração de ecossistemas modificados; II - manejo de espécies com o fim de preservar a diversidade biológica; III – são necessárias coleta de componentes dos ecossistemas com finalidades científicas; IV - pesquisas científicas cujo impacto sobre o ambiente seja maior do que aquele causado pela simples observação ou pela coleta controlada de componentes dos ecossistemas, em uma área correspondente a no máximo três por cento da extensão total da unidade e até o limite de um mil e quinhentos hectares.



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Questões


1. O que significa Conama?

2. Quais são os grupos em que se dividem as unidades de conservação?

3. Qual objetivo básico da unidade de Uso Sustentável?

4. Qual é o órgão central do meio ambiente? 

5. Qual é a função dos órgãos estaduais e municipais?

6. Qual é o objetivo da unidade de proteção integral?

7. O QUE SNUC deve fazer?

8. Como é composto O grupo das Unidades de Proteção Integral?

9. Quais os órgãos tem caráter supletivo? 

10. Complete as frases:
____________________________ de espécies com o fim de preservar a diversidade biológica
A ________________________ tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas.

Exercícios sobre Unidades de Conservação para 7º ano.


outubro 26, 2017

Simulado: Agente de Combate a Endemias, com Gabarito

Simulado prova Agente de Combate a Endemias

1. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) Os princípios do SUS fundamentam todos os níveis de atenção à saúde no Brasil, com ênfase na Atenção Básica.
Assinale a alternativa que apresenta um dos princípios que não faz parte do SUS:
a. ( ) Integralidade
b. ( X ) Igualdade
c. ( ) Regionalização
d. ( ) Controle social
e. ( ) Universalidade

2. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) A Constituição Federal de 88 eliminou a necessidade de o usuário do sistema público colocar-se como trabalhador ou como “indigente”, situações que condicionavam o acesso aos serviços públicos antes do SUS.
Esse princípio é o(a):
a. ( ) Equidade.
b. ( ) Integralidade.
c. ( X ) Universalidade
d. ( ) Descentralização.
e. ( ) Controle social

3. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) Quando um paciente que apresenta uma suspeita de doença endêmica como a Tuberculose precisa realizar exames diagnósticos ou ter acesso a medicações
sem ter de aguardar filas ou agendamentos comuns a pacientes com outras doenças ele está utilizando o princípio da:
a. ( ) Hieraquização.
b. ( ) Igualdade.
c. ( ) Isonomia.
d. ( X ) Equidade.
e. ( ) Integralidade da assistência.

4. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) A Malária é uma doença que acomete principalmente populações na Amazônia, no decorrer de um
longo período, e que mantém uma incidência relativamente constante.
Essas características constituem um(a):
a. ( ) Caso.
b. ( ) Surto.
c. ( X ) Endemia.
d. ( ) Epidemia.
e. ( ) Pandemia.

5. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) A infecção por dengue causa uma doença cujo espectro inclui, desde formas clinicamente inaparentes, até quadros graves de hemorragia e choque, podendo evoluir para o óbito. A forma da doença com febre, geralmente alta (39 a 40°C), de início abrupto, associada a cefaleia, prostração, mialgia, artralgia, dor retro-orbitária, exantema máculopapular, acompanhado ou não de prurido, sugere:
a. ( ) Dengue frustra.
b. ( ) Dengue com choque.
c. ( ) Febre hemorrágica da Dengue.
d. ( ) Dengue inaparente.
e. ( X ) Dengue clássica.

6. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) São doenças consideradas como endemias no Brasil:
a. ( ) AIDS e DSTs.
b. ( ) Sarampo e Varicela
c. ( ) Hepatite C e Hepatite B
d. ( X ) Febre amarela e Dengue

e. ( ) Influenza H1N1 e Gastroenterite por Rotavírus.

7. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) Em relação à notificação de casos de Dengue à vigilância epidemiológica, devem ser notificados:
a. ( X ) Todos os casos suspeitos.
b. ( ) Somente pacientes com prova do laço positiva.
c. ( ) Somente pacientes com diagnóstico clínico em períodos epidêmicos.
d. ( ) Somente pacientes com diagnóstico de febre hemorrágica da Dengue.
e. ( ) Pacientes com a confirmação por exames específicos.

8. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) A prova do laço, utilizada para o diagnóstico da febre hemorrágica da Dengue, se baseia no/a(s):
a. ( ) Provas bioquímicas do sangue e PCR.
b. ( ) Reações específicas de antígenos com ELISA.
c. ( ) Reação sorológica inibição de hemaglutinação.
d. ( ) Presença de alterações no exame de urina e hematúria macroscópica.
e. ( X ) Aparecimento de petéquias no braço após insuflação prolongada do manguito de um aparelho de pressão.

9. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) Em regiões em curso com uma epidemia de Dengue, a confirmação de um caso de Dengue clássica pode ser feita:
a. ( X ) Por critérios clínicos e epidemiológicos.
b. ( ) Com quadro sugestivo e ELISA positivo.
c. ( ) Com a confirmação laboratorial de identificação viral.
d. ( ) Com um quadro clínico sugestivo e pelo menos uma prova sorológica positiva.
e. ( ) Apenas com critérios epidemiológicos, mesmo em pacientes assintomáticos.

10. (FEPESE/Palhoça/2014-CieBio) A principal forma de combate e controle à Dengue é:
a. ( ) Vacinação.
b. ( X ) Controle do vetor.
c. ( ) Busca ativa de casos suspeitos.
d. ( ) Tratamento da rede de esgoto.
e. ( ) Isolamento de casos confirmados.


Simulado: Agente de Combate a Endemias, com Gabarito


Questões de doenças transmissíveis e não transmissíveis


1. (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio) Um problema grave no Brasil, é a falta de saneamento básico através da construção de redes de esgoto, mesmo nas cidades grandes, as  alternativas propostas apresentam doenças que poderiam ser diminuídas com construções de rede de esgoto, principalmente, EXCETO:
A. Disenteria amebiana.
B. Ancilostomose.
C. Esquistossomose.
D. Doença de Chagas.
E. Hepatite infecciosa.


2 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  Uma doença que tem disseminado pelo Brasil e pelo mundo é AIDS, chegando a atingir nível de epidemia. Não há risco de contrair o vírus da AIDS em:
A. Aperto de mão, abraço e espirro.
B. Relações sexuais.
C. Gravidez ou no momento do parto.
D. Transfusão de sangue.
E. Uso de drogas injetáveis.

3 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  O microorganismo Vibrio colerae é causador de um quadro de diarreia intensa conhecida por:
A. Hepatite B.
B. Cólera.
C. Ascaridíase.
D. Leptospirose.
E. Diabetes.

4 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  Julgue as alternativas em relação a meningite, onde “V” é verdadeiro e “F” é falso:
( ) É uma doença que se caracteriza por inflamação nas meninges.
( ) É causada exclusivamente por vírus.
( ) Sua transmissão se dá por contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo sadio.
( ) A meningite meningocócica é causada por um vírus.
A sequência correta é:
A. V, F, V, F
B. F, F, V, V
C. V, V, F, V
D. V, F, F, V
E. F, V, V, V

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5 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  O alcoolismo atinge, segundo diversos autores, apenas 9% da população brasileira, no entanto o conjunto de pessoas que usam álcool em excesso é imensa. As principais conseqüências do álcool no organismo humano é, EXCETO:
A. transtorno mental (inclusive depressão).
B. derrame cerebral.
C. infarto.
D. cirrose hapática.
E. câncer de pulmão.

6 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  De forma geral, para prevenir doenças deve-se, EXCETO:
A. praticar atividades físicas regularmente.
B. ter hábitos alimentares saudáveis.
C. cultivar bons pensamentos e manter a mente estimulada, ativa e produtiva.
D. trabalhar bastante e não se preocupar com o lazer.
E. fazer acompanhamento médico periódico para diagnóstico precoce e tratamento adequado dos eventuais agravos à saúde.

7 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  A tuberculose é uma doença causada pelo bacilo de Koch, que afeta vários órgãos do corpo, mas principalmente os pulmões. Os principais sintomas da tuberculose são, EXCETO:
A. Tosse prolongada (por mais de três semanas) com o sem catarro.
B. Cansaço.
C. Emagrecimento.
D. Febre noturna.
E. Pele amarelada.

8 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  sífilis é causada por uma bactéria, Treponema pallidum, esta bactéria é transmitida por:
A. Gotícula de muco que o doente expele.
B. Relações sexuais.
C. Alimentos contaminados.
D. Gotículas de catarro.
E. Urina de ratos contaminados.


9 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  Das alternativas propostas, a que se refere a atribuição do Agente de Controle de Endemia no combate da Doença de Chagas é:
A. Acompanhar pacientes em tratamento.
B. Coletar material para o exame de gota espessa dos pacientes sintomáticos e encaminhá-lo para profissional responsável pela leitura.
C. Realizar exames regulares e tomar as vacinas recomendadas.
D. Atuar na busca de triatomíneos e executar borrifação nas residências com presença de colônias do inseto.
E. Realizar busca ativa dos faltosos ao tratamento e as consultas de acompanhamento.

10 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  A infecção provocada pelo vírus da febre amarela confere imunidade permanente, nas zonas endêmicas são comuns infecções leves e  inaparentes. Em relação ao período de incubação do vírus é CORRETO afirmar que:
A. Varia entre 3 e 6 dias após a picada do mosquito.
B. Varia entre 5 e 10 dias após a picada do mosquito.
C. Varia de 10 e 15 dias após a picada do mosquito.
D. Varia de 7 e 12 dias após a picada do mosquito.
E. Varia de 20 e 25 dias após a picada do mosquito.


11 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  A malária é uma doença causada por:
A. Ancylostoma.
B. Trypanossoma.
C. Plasmodium.
D. Ascaris.
E. Anopheles.

12 - (IDHTEC/Ouricuri/PE/CieBio)  Das alternativas propostas, a que apresenta apenas doenças causadas por vírus é:
A. Úlcera de bauru, toxoplasmose e giardíase.
B. Meningite, AIDS e tricomoníase.
C. Tuberculose, pneumonia e tétano.
D. Rubéola, poliomielite e dengue.
E. Tétano, lepra e ascaridíase.




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GABARITO do Simulado prova Agente de Combate a Endemias


1D
2 A
3 B
4 A
5 E
6 D
7 E
8 B
9 D
10 A
11 C
12 D


Simulado: Agente de Combate a Endemias - Questões de Concursos. Questões sobre endemias e epidemias. Doenças transmissíveis e não transmissíveis causadas por agentes como vírus, bactérias, protozoários e outros. 

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João 3 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.