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+30 Textos de Ciências para Aula, com Perguntas

Texto de Ciências: Acidificação dos oceanos afeta biodiversidade

 Acidificação dos oceanos afeta biodiversidade

Pesquisadores concluíram que a acidificação dos oceanos afeta as populações de espécies e a biodiversidade por meio de efeitos negativos diretos na fisiologia e no comportamento. Os efeitos indiretos do CO 2 elevado são menos conhecidos e às vezes podem ser contra-intuitivos.

 Os cientistas afirmam que a reprodução está no cerne da reposição da população de espécies, mas não sabemos como a acidificação dos oceanos afeta a reprodução na natureza. 

Na pesquisa usou-se CO 2 em um recife rochoso temperado e mostra que, embora a acidificação do oceano atue como um estressor direto, ela pode aumentar indiretamente a energia dos peixes para estimular a reprodução sem nenhum custo para a homeostase fisiológica. 

As fêmeas mantiveram os níveis de energia por compensação: reduziram a atividade (forrageamento e agressão) para aumentar a reprodução. Em peixes machos, o aumento da reprodução foi associado ao aumento da ingestão de energia, mediado pelo forrageamento intensificado de presas mais abundantes.

 Maior biomassa de presas foi associada a maior biomassa de algas, mediada por um efeito de fertilização de elevado CO 2 na produção primária. Além disso, a abundância e agressão dos cuidadores paternos foram elevadas no CO 2respiradouros, o que pode aumentar ainda mais o sucesso reprodutivo. 

Os efeitos indiretos positivos do CO 2 elevado foram observados apenas para as espécies de peixes que eram generalistas e competitivamente dominantes, mas não para três espécies de peixes subordinados e mais especializados. Portanto, as espécies que se favorecem dessa condição com o enriquecimento de recursos podem acelerar sua reprodução e aumentar suas populações, alterando assim as comunidades de espécies em um oceano no futuro.

Fonte:https://doi.org/10.1371/journal.pbio.3001033

Texto de Ciências: Acidificação dos oceanos afeta biodiversidade


Exercícios do texto

1. De que maneira o comportamento das fêmeas foi afetado?

2. Nos machos, a que está associado o aumento da reprodução?

3. Segundo o texto porque houve um aumento na biomassa das presas?

4. Qual era a características da espécies que sofreram efeitos indiretos positivos?

5. Por que os cientistas acreditam em uma alteração das comunidades de espécies em um oceano no futuro?

Texto de Ciências: Fatores associados ao consumo irregular de frutas e vegetais

Fatores associados ao consumo irregular de frutas e vegetais entre profissionais de saúde em Burkina Faso

Pesquisadores estudaram os fatores associados ao consumo irregular de frutas e vegetais entre profissionais de saúde

Frutas e vegetais são um grupo alimentar essencial para humanos e previnem doenças não transmissíveis (DNTs). 

O objetivo da pesquisa foi conhecer o nível de consumo de frutas e vegetais por profissionais de saúde em Ouagadougou e seus determinantes. 

Este é um estudo transversal descritivo realizado de maio a agosto de 2016 na Região Central de Burkina Faso. Incluiu 442 trabalhadores de saúde de acordo com a amostragem por conglomerados. 

Os instrumentos de coleta de dados consistiram na frequência do consumo alimentar de frutas e hortaliças. 

Os resultados mostraram que o nível de consumo de frutas e vegetais entre os profissionais de saúde é muito baixo. Apenas 11,5% dos entrevistados consumiam frutas todos os dias e 21,8% faziam o mesmo com verduras e 1,4% dos profissionais de saúde consumiam mais de cinco porções de frutas e vegetais por dia. Apenas 1. 6% dos profissionais de saúde pesquisados ​​tinham conhecimento suficiente sobre as funções dos frutas e vegetais e 85,8% não conheciam as recomendações das Organizações Mundiais da Saúde quanto ao consumo de frutas e vegetais

O Gênero sexual, distância da fruteira e rendimento financeiro médio mensal estiveram associados à irregularidade do consumo de frutas no patamar de 5% na análise univariada. No entanto, na análise multivariada, sexo, profissão, distância do fornecimento de frutas e renda financeira média mensal foram preditivos de consumo irregular de frutas. 

Segundo os pesquisadores. O nível de consumo de frutas e vegetais pelos profissionais de saúde é baixo, assim como o nível de conhecimento das funções dos frutas e vegetais

Fonte: Academic Journals Texto Original



Exercícios do Texto

1. Por que as Frutas e vegetais (F & Vs) são fundamentais na alimentação?

2. Qual foi o percentual de profissionais que comiam frutas e verduras diariamente?

3. Com relação ao conhecimento sobre frutas e verduras e das recomendações da OMS o que a pesquisa identificou?

4. Quais fatores estão associados à irregularidade do consumo de frutas no patamar de 5% na análise univariada?

5. Redija um texto sobre o consumo de frutas e verduras em sua dieta pessoal.


Texto de Ciências: Os Limites do Planeta apresentam desafios

 Meio Ambiente: Limites do Planeta apresentam desafios

Nossas escolhas energéticas afetarão nosso futuro.  Vivemos hoje consumindo combustíveis fósseis, Tecnologia avançada (máquinas); Produtos Químicos / materiais sintéticos; Tipos de transporte; Produtos de higiene pessoal.

Desafios que enfrentamos:

1. Enfrentamos desafios na agricultura: A expansão da produção de alimentos levou ao aumento da população, consumo. Conseguimos maiores conquistas, mas a um enorme custo ambiental porque metade do planeta e da superfície terrestre é utilizada para a agricultura, com Fertilizantes químicos, Pesticidas, Erosão, Sistemas naturais alterados.

2. Enfrentamos desafios na poluição: Resíduos de produtos e produtos químicos artificiais usados ​​em fazendas, indústrias e residências A  cada ano, milhões de pessoas morrem devido à poluição.

3. Enfrentamos desafios no clima : Os cientistas concluíram firmemente que os humanos estão mudando a composição da atmosfera. Aquecimento Global, Geleiras,  derretendo, Elevação do nível do mar, Vida selvagem e colheitas afetadas, Clima cada vez mais destrutivo.

4. Enfrentamos desafios na biodiversidade: As ações humanas levaram à extinção de muitas espécies e a biodiversidade está diminuindo drasticamente.  A perda de biodiversidade pode ser nosso maior problema ambiental; uma vez que uma espécie é extinta, ela se foi para sempre.

Existem soluções sustentáveis? Devemos desenvolver soluções que protejam tanto nossa qualidade de vida quanto o meio ambiente como: Agricultura orgânica, Tecnologia que reduza a poluição, salvar espécies, gerenciamento de lixo e reduzir consumo.

Meio Ambiente: Limites Planetários e os desafios que enfrentamos


Exercícios do Texto

1. Como tem sido o consumo da humanidade hoje?

2. Quais tem são os custos da expansão da produção de alimentos?

3. Segundo o texto quais são os desafios que encontramos na poluição?

4. Por que devemos evitar a perda da biodiversidade?

5. Relacione algumas soluções sustentáveis

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 Textos de Ciências para Aula, com Perguntas

  1. Texto de Ciências: Gestão Agrícola e Sustentável
  2. Texto de Ciências: Agricultura Sustentável
  3. Texto de Ciências: Meio Ambiente e o ciclo de vida dos produtos.
  4. Texto de Ciências: Certificação de Biocombustíveis - RenovaBio
  5. Texto de Ciências: Meio Ambiente e a Destinação Final de Resíduos.
  6. Texto de Ciências: Padrões de Qualidade Ambiental
  7. Textos de Ciências: Conscientização Ambiental na Sociedade
  8. Texto de Ciências sobre o Impacto da Poluição na Pele, com perguntas.
  9. Texto de Ciências: Turismo Sustentável e o Desafio das Mudanças Climáticas
  10. Texto de Biologia: Unidades de Conservação de Uso Sustentável.
  11. Texto de Ciências: Saiba o que é uma Reserva Biológica.
  12. Texto de Ciências: Diferença entre uso direto e uso indireto dos recursos naturais.
  13. Texto de Ciências: O que é Descarbonização?
  14. Textos de Ciências: Pandemias de gripes - Texto para aula:
  15. Texto de Ciências sobre Saneamento Básico e Saúde
  16. Texto de Ciências sobre Sustentabilidade, com perguntas.
  17. Texto de Ciências: Meio Ambiente 9 Ano: Tecnologia e Sustentabilidade, com questões
  18. Texto de Ciências: Desenvolvimento sustentável vs crescimento econômico.
  19. Texto de Ciências: Desequilíbrios ecológicos e aumento de vetores
  20. Texto de Ciências sobre Unidades de Conservação, com perguntas.
  21. Texto de Ciências sobre Conversão de Florestas em plantações, com perguntas
  22. Texto de Ciências: Problemas Ambientais e Saúde, com perguntas.
  23. Texto de Ciências: Tipos de Produtos de Logística Reversa Obrigatória
  24. Texto de Ciências: Doenças Tropicais Negligenciadas, com perguntas
  25. Textos de Ciências: Macaúba na produção de Biodiesel no Brasil.
  26. Texto de Ciências sobre Turismo Sustentável, com perguntas
  27. Texto de Ciências sobre a Água Subterrânea
  28. Texto de Ciências: Restauração Ecológica de Florestas
  29. Texto de Ciências sobre Meio Ambiente: Refugiados Ambientais
  30. Texto de Ciências: Unidades de Conservação de Proteção Integral.
  31. Texto de Ciências sobre Mudanças Climáticas e Acordo de Paris


+30 Textos de Ciências para Aula, com Perguntas


Nesta postagem trouxemos uma série de textos de ciências para trabalhar em sala de aula. Textos com interpretação e com perguntas e respostas.

Os professores de ciências, bem como outros professores "disciplinares", não veem a si próprios como alfabetizadores. Ou seja, estratégias e habilidades para fazer sentido a partir do texto são normalmente visto como o trabalho de professor de português. Os textos nas aulas de ciências são fundamentais, inclusive para uma alfabetização científica.

Objetivos e propósitos interpretativos para os quais os alunos se envolvem com as ciências, em comparação com textos literários, são bastante diferentes e requerem diferentes práticas disciplinares e são fundamentado em diferentes epistemologias, ideias centrais, gêneros e discurso de criação de sentido práticas (1). 

Os textos ricos e variados, enfocam a alfabetização como uma ferramenta de aprendizagem, e instrução fornece aos alunos oportunidades significativas para desenvolver seu conteúdo científico. Mostra aos alunos como aprender ciências por meio da leitura e como aprender a alfabetizar por meio Ciência. (2)

Ler e escrever em ciências exigem que os alunos integrem uma série de conhecimentos científicos e a formação de um vocabulário específico.

Isso é muito importante, uma vez que a compreensão da leitura está intrinsecamente ligada ao conhecimento de vocabulário. Também se relaciona com o conceito de conhecimento prévio para que mantenha o novo aprendizado; se os alunos têm uma compreensão segura do vocabulário ao ler o texto, eles acharão mais fácil sintetizar os conceitos que se relacionam com o vocabulário conforme os encontram no texto. (3)

Texto de Ciências: Gestão Agrícola e Sustentável

 Gestão Agrícola e Sustentável na Jordânia

Um estudo publicado no Journal of Environmental Sustainability investigou as Práticas de gestão agrícola e a sustentabilidade ambiental na Jordânia analisando suas relações com o desenvolvimento sustentável e o crescimento econômico. 

Segundo o texto a Jordânia, como outros países em desenvolvimento, luta com desenvolvimento agrícola instável devido a várias pressões sobre o uso da água existentes (por exemplo, aumento da demanda de irrigação, a deterioração da qualidade da água, poluição industrial, transmitidas pela água de esgoto, etc.), bem como, os impactos das mudanças climáticas e barreiras biofísicas e socioeconômicas (por exemplo, o rápido crescimento populacional, desigualdades sociais, refúgios e migrações, recursos econômicos limitados, baixos níveis de tecnologia, limitações e estresses ambientais e pobreza generalizada).

Uma das questões-chaves de adaptação para o desenvolvimento sustentável do meio ambiente jordaniano é a conscientização dos agricultores sobre as economias de água e proteção ambiental a nível da exploração.

Para a realização da pesquisa Vinte agricultores foram selecionados para representar a heterogeneidade das práticas agrícolas ao longo das três zonas (distritos) de Jordan Valley: Norte, Médio e Sul.

Sete temas foram enfatizados no estudo, incluindo: (1) as características da fazenda, (2) descrição do solo e de gestão, (3) as características de culturas e de gestão, (4) os parâmetros de irrigação de água, (5) cultivo e fertilizantes, (6) relação com questões ambientais, e (7) experiência  do agricultor.

Para os autores os resultados indicaram que a maioria dos agricultores não estão plenamente conscientes das questões de sustentabilidade ambiental. Os sistemas de irrigação, uso de fertilizantes e práticas de gerenciamento atualmente em uso não são voltadas para a conservação dos recursos e não seguem as melhores práticas de gestão agrícola, levando a alta do solo e degradação da água subterrânea e poluição.

Texto de Ciências: Gestão Agrícola e Sustentável
Imagem ilustrativa


Exercícios do Texto

1. Segundo o texto porque o desenvolvimento agrícola é instável?
2. Para a pesquisa o que é fundamental para o desenvolvimento sustentável do meio ambiente jordaniano se adaptar?
3. Quais foram os temas foram enfatizados no estudo?
4. De acordo com os autores qual é o nível de consciência dos agricultores?
5. O que leva a alta do solo e degradação da água subterrânea e poluição?

Veja também:

Texto de Ciências: Agricultura Sustentável

 O que é Agricultura Sustentável?

É o tipo de agricultura em que os agricultores desenvolvem estratégias inovadoras para produzirem e distribuírem alimentos, combustíveis e fibras de forma sustentável. Embora essas estratégias variam muito, todos elas abraçam três grandes pilares da sustentabilidade:  Lucro a longo prazo, Manejo do solo, ar e água e     Qualidade de vida dos agricultores, fazendeiros e suas comunidades.

Um estudo científico analisou a agricultura social que são importantes projetos de responsabilidade social. A agricultura social está ganhando cada vez mais atenção em várias partes da Europa, pois pode gerar vários benefícios socioeconômicos, para a agricultura familiar.  

A pesquisa faz parte de um projeto realizado por uma autoridade de saúde na região de Friuli Venezia Giulia, a fim de investigar agricultura social local, é uma primeira tentativa de analisar os resultados de exploração social e até que ponto eles são afetados, bem como pelo ambiente em que fazendas são incorporados. O modelo proposto na investigação é baseado nas relações causais entre construções: “estruturais”,  “relacionais” e  “resultados das fazendas sociais”.

Os resultados mostram que as fazendas sociais são influenciadas principalmente pelas variáveis ​​relacionais (por exemplo, sociais e das relações econômicas). 

Por outro lado, as variáveis ​​estruturais (por exemplo, tamanho) não afetam diretamente os resultados, mas têm um efeito indireto negativo sobre eles.

As descobertas sugerem que ao lado de apoio ao investimento estrutural, também é importante fortalecer as relações e redes a nível local, a fim de reforçar os resultados das fazendas sociais. 

Em geral, os resultados contribuem para um maior entendimento das forças motrizes que afetam o desempenho do fazenda social e fornece aos políticos e os profissionais informações para dimensionar-se a agricultura social.

Texto de Ciências:  Agricultura Sustentável


Exercícios do Texto


1. O que é agricultura sustentável?
2. Quais são os três grandes pilares da sustentabilidade na agricultura?
3. Qual foi o modelo proposto na investigação?
4. Como se apresentaram as variáveis ​​estruturais?
 5. O que os resultados sugerem? 

Veja também:

Urbanismo e Meio Ambiente: Conceitos de Direito Urbanísticos

Urbanismo e Meio Ambiente: Conceitos de Direito Urbanísticos

A Lei Nº 13.089/ 2015, Estatuto da Metrópole, alterou estabelece diretrizes gerais para o planejamento, a gestão e a execução das funções públicas de interesse comum em regiões metropolitanas e em aglomerações urbanas instituídas pelos Estados, normas gerais sobre o plano de desenvolvimento urbano integrado e outros instrumentos de governança interfederativa, e critérios para o apoio da União a ações que envolvam governança interfederativa no campo do desenvolvimento urbano, com base nos incisos XX do art. 21, IX do art. 23 e I do art. 24, no § 3º do art. 25 e no art. 182 da Constituição Federal.

O Art. 2º da referida lei apresenta os conceitos relacionados ao direito urbanístico aplicados no diploma legal. Recentemente, a Lei Nº 13.683/18 alterou as Leis nº 13.089/ 2015 (Estatuto da Metrópole), e 12.587/ 2012 (Estatuto da Cidade) atualizando alguns conceitos estabelecidos no art. 2º.

Conceitos de Direito Urbanísticos no Estatuto da Metrópole

  • I – aglomeração urbana:
  • II – função pública de interesse comum:
  • III – gestão plena:
  • IV – governança interfederativa:
  • V – metrópole:
  • VI – plano de desenvolvimento urbano integrado:
  • VII - região metropolitana:
  • VIII - área metropolitana:
  • IX - governança interfederativa das funções públicas de interesse comum:
Urbanismo e Meio Ambiente: Conceitos de Direito Urbanísticos


Art. 2o Para os efeitos desta Lei, consideram-se:

I – aglomeração urbana:

  • unidade territorial urbana constituída pelo agrupamento de 2 (dois) ou mais Municípios limítrofes, caracterizada por complementaridade funcional e integração das dinâmicas geográficas, ambientais, políticas e socioeconômicas;


II – função pública de interesse comum:

  • política pública ou ação nela inserida cuja realização por parte de um Município, isoladamente, seja inviável ou cause impacto em Municípios limítrofes;


III – gestão plena:


condição de região metropolitana ou de aglomeração urbana que possui:


  • a) formalização e delimitação mediante lei complementar estadual;
  • b) estrutura de governança interfederativa própria, nos termos do art. 8o desta Lei; e
  • c) plano de desenvolvimento urbano integrado aprovado mediante lei estadual;


IV – governança interfederativa:

  • compartilhamento de responsabilidades e ações entre entes da Federação em termos de organização, planejamento e execução de funções públicas de interesse comum;


V – metrópole:

  • espaço urbano com continuidade territorial que, em razão de sua população e relevância política e socioeconômica, tem influência nacional ou sobre uma região que configure, no mínimo, a área de influência de uma capital regional, conforme os critérios adotados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE;

  

VI - plano de desenvolvimento urbano integrado:

  • instrumento que estabelece, com base em processo permanente de planejamento, viabilização econômico-financeira e gestão, as diretrizes para o desenvolvimento territorial estratégico e os projetos estruturantes da região metropolitana e aglomeração urbana;(Redação dada pela Lei nº 13.683, de 2018)


VII - região metropolitana:

  • unidade regional instituída pelos Estados, mediante lei complementar, constituída por agrupamento de Municípios limítrofes para integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum; (Redação dada pela Lei nº 13.683,de 2018)

VIII - área metropolitana:

  • representação da expansão contínua da malha urbana da metrópole, conurbada pela integração dos sistemas viários, abrangendo, especialmente, áreas habitacionais, de serviços e industriais com a presença de deslocamentos pendulares no território;(Incluído pela Lei nº 13.683, de 2018)

IX - governança interfederativa das funções públicas de interesse comum:

  • compartilhamento de responsabilidades e ações entre entes da Federação em termos de organização, planejamento e execução de funções públicas de interesse comum, mediante a execução de um sistema integrado e articulado de planejamento, de projetos, de estruturação financeira, de implantação, de operação e de gestão.            (Incluído pela Lei nº 13.683, de2018)


De acordo com parágrafo único do art. 2º da Lei 13.089/2015 com a alteração da Lei 13.683/18 Cabe ao colegiado da microrregião decidir sobre a adoção do Plano de Desenvolvimento Urbano ou quaisquer matérias de impacto.

Texto de Ciências: Meio Ambiente e o ciclo de vida dos produtos.

Como Preservar o Meio Ambiente com ciclo de vida dos produtos?

Uma forma eficiente de preservar o meio ambiente é a Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.

O que é a Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.?

A Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.

Essa Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos tem por finalidade minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos.

A definição se encontra no Art. 3º, Inciso XVII da Lei 12.305/10, Lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos.

 “As empresas devem reconhecer sua responsabilidade mais ampla e gerenciar o todo o ciclo de vida de seus produtos ... Insistindo em elevados padrões ambientais de fornecedores e garantir que as matérias-primas sejam extraídas ou produzidas de forma ambientalmente consciente fornece um começo ”(Welford, 1996, conforme citado em Cerin, 2005, p. 34).

Assim, no final do ciclo de vida do produto o seu descarte adequado é essencial para evitar o potencias impactos ambientais causados ​​pelo aumento da geração eliminação de resíduos

Fonte:Art. 3º, Inciso XVII da Lei 12.305/10

Como Preservar o Meio Ambiente com ciclo de vida dos produtos?

Exercícios do Texto Como Preservar o Meio Ambiente com ciclo de vida dos produtos?


1. O que é a Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.?

2. Qual é a finalidade dessa Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos?

3. Onde se encontra a definição de Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos apresentada?

4. No final do ciclo de vida do produto o seu descarte porque o adequado é essencial?

5. De acordo com o texto como deve agir as empresas?

Veja também:

Texto de Ciências: Certificação de Biocombustíveis - RenovaBio

Sustentabilidade é um compromisso de proteger os direitos das gerações presentes e futuras como partes interessadas dos recursos naturais atuais.
 

Certificação de Biocombustíveis para RenovaBio

O que é a Certificação de Biocombustíveis?

Certificação de Biocombustíveis é conjunto de procedimentos e critérios em um processo, no qual a firma inspetora avalia a conformidade da mensuração de aspectos relativos à produção ou à importação de biocombustíveis, em função da eficiência energética e das emissões de gases do efeito estufa, com base em avaliação do ciclo de vida; 

Essa definição está prevista na Lei  13.576/17 que dispõe sobre a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) e dá outras providências. A Lei definiu no Art. 5º  Certificação de Biocombustíveis


A certificação da produção ou importação eficiente de biocombustíveis, para os fins desta Lei, terá como prioridade o aumento da eficiência, com base em avaliação do ciclo de vida, em termos de conteúdo energético com menor emissão de gases causadores do efeito estufa em comparação às emissões auferidas pelo combustível fóssil, conforme art. 18 da Lei 13.576/17

Certificação de Biocombustíveis segundo a RenovaBio
by Pixabay


Considerando as principais pressões relacionadas à sustentabilidade do planeta hoje. O crescimento projetado da população mundial e da demanda por alimentos, combustível e fibras. Nesse sentido a certificação é importante para o controle do impacto e aumento contínuo no uso de recursos não renováveis ​​na produção de energia (combustíveis fósseis).

Por certo, a Sustentabilidade  promove um desenvolvimento que atenda às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender às suas próprias necessidades.

Fonte: Lei 13.576/17


Exercícios do Texto

1. O que é a Certificação de Biocombustíveis?

2. Qual é a Lei que define a Certificação de Biocombustíveis?

3. Qual é a prioridade da certificação da produção ou importação eficiente de biocombustíveis?

4. De que forma a certificação é importante para o planeta hoje?

5. O que a sustentabilidade promove?
 

Meio Ambiente e Sustentabilidade: Metas da Comunidade Global de Desenvolvimento Sustentável

Nesta postagens trouxemos uma matéria sobre as Metas da Comunidade Global de Desenvolvimento Sustentável (DPSs) em relação aos padrões profissionais e Direito Internacional.

Confira AQUI e conheça os novos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU que devem ser implementados por todos os países do mundo durante os próximos 15 anos, até 2030.

Direito Internacional e as metas da Comunidade Global de Desenvolvimento Sustentável


O estudo examina a agenda da comunidade global em relação as metas de desenvolvimento sustentável (Sustainable Development Goals – SDGs )  para 2016-2030 aplicando vários indicadores profissionais e legais publicados anteriormente, em uma variedade de campos, a fim de avaliar a conformidade com o direito internacional e os padrões profissionais nas áreas social e gestão do desenvolvimento sustentável e redução da pobreza e impacto ambiental.

No geral, as metas mostram poucas mudanças na abordagem substantiva, ideológica ou na implementação das Metas Desenvolvimento do Milênio (Millennium Development Goals - MDGs) anteriores. 


De volta as metas do passado


Essas novas metas são em grande parte uma reafirmação das abordagens do início do século 20 da Europa propostas para nações ditas “mais fracas” e culturas com violação de muitos dos princípios estabelecidos pelo direito internacional no que diz respeito a paz, segurança e direitos após o fim da II Guerra Mundial.




Metas



Conclusão


As conclusões desta abordagem, apesar das reivindicações, são que as metas de desenvolvimento sustentável (Sustainable Development Goals – SDGs)  são susceptíveis de ameaçar ainda mais os objetivos de direito internacional de proteger a diversidade cultural, a soberania, a sustentabilidade e a sobrevivência de forma que pode prejudicar não apenas a lei internacional, mas também a segurança global.



É importante salientar o estabelecimento dos objetivos do desenvolvimento sustentável na agenda 2030 como chegamos a agenda global de desenvolvimento e os os cinco p’s para o êxito da agenda 2030.

Fonte: David Lempert, Ph.D., JD, MBA, ED Sudeste Asiático e Cultural Heritage Project Ambiental, Diretor Vientiane, Laos

Desenhos sobre o Meio Ambiente

 

Desenhos sobre o Meio Ambiente

Desenhos sobre o meio ambiente, poluição, lixo, aquecimento global e outros temas.

Download dos Desenhos

Meio Ambiente Desenho: Indústria Poluente



Meio Ambiente Desenho de Lixo




Meio Ambiente Desenho de Lata de Lixo


Meio Ambiente Desenho de Aquecimento Global



O conceito de desenvolvimento sustentável e as ligações entre o meio ambiente Sustentabilidade: um caminho de desenvolvimento é sustentável.


Como Preservar o Meio Ambiente na Gestão de Resíduos Perigosos?

Como Preservar o Meio Ambiente na Gestão de Resíduos Perigosos?


Ciente dos impactos potenciais de algumas atividades é de extrema importância a responsabilidade implementar todos os meios necessários para preservar o meio ambiente e a saúde das populações.

A Responsabilidades na gestão de resíduos perigosos no Brasil está definida na Lei 12.305/10. 

A Lei 12.305/10 instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e tratou dos Resíduos Perigosos estabelecendo diretrizes para destinação e gerenciamento do lixo perigoso por pessoas jurídicas que operam na área. Neste texto abordamos os seguintes aspectos:
  1. Capacidade e condições mínimas;
  2. Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Sólidos;
  3. Plano de Gerenciamento;
  4. Seguro de responsabilidade civil por danos;
  5. Responsabilidades do Governo Federal.

Responsabilidades na gestão de resíduos perigosos na Lei 12.305/10

1. Capacidade e condições mínimas

De acordo com o Art. 37. Da Lei 12.302/10 o responsável deverá comprovar, no mínimo:
  • capacidade técnica e econômica, 
  • além de condições para prover os cuidados necessários ao gerenciamento desses resíduos, para que possa ter a instalação e o funcionamento de empreendimento ou atividade que gere ou opere com resíduos perigosos somente podem ser autorizados ou licenciados pelas autoridades competentes. 

2. Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos.


Não obstante, a lei dos resíduos sólidos determinou ainda, no  Art. 38, que:




Nos parágrafos do art. 38 o legislador definiu que:
  • que o cadastro será coordenado pelo órgão federal competente do Sisnama
  • implantado de forma conjunta pelas autoridades federais, estaduais e municipais;
  • para o cadastramento, as pessoas jurídicas referidas no caput necessitam contar com responsável técnico pelo gerenciamento dos resíduos perigosos, de seu próprio quadro de funcionários ou contratado, devidamente habilitado, cujos dados serão mantidos atualizados no cadastro, 
  • o cadastro é parte integrante do Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e do Sistema de Informações previsto no art. 12 da lei.

Lata - Responsabilidades na gestão de resíduos perigosos na Lei 12.305/10
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3. Plano de Gerenciamento de Resíduos Perigosos


  • O Art. 39 da lei 12.305/10 definiu que as pessoas jurídicas referidas no art. 38 são obrigadas a elaborar plano de gerenciamento de resíduos perigosos e submetê-lo ao órgão competente do Sisnama e, se couber, do SNVS.  Neste caso será observado o conteúdo mínimo estabelecido no art. 21 e demais exigências previstas em regulamento ou em normas técnicas e, o plano de gerenciamento de resíduos perigosos poderá estar inserido no plano de gerenciamento de resíduos. 

Segundo os incisos do Art. 39 cabe às pessoas jurídicas:


I - manter registro atualizado e facilmente acessível de todos os procedimentos relacionados à implementação e à operacionalização do plano previsto no caput;

II - informar anualmente ao órgão competente do Sisnama e, se couber, do SNVS, sobre a quantidade, a natureza e a destinação temporária ou final dos resíduos sob sua responsabilidade;

III - adotar medidas destinadas a reduzir o volume e a periculosidade dos resíduos sob sua responsabilidade, bem como a aperfeiçoar seu gerenciamento;

IV - informar imediatamente aos órgãos competentes sobre a ocorrência de acidentes ou outros sinistros relacionados aos resíduos perigosos.

Para o parágrafo terceiro do art. 39 da lei sempre que solicitado pelos órgãos competentes do Sisnama e do SNVS:


"...será assegurado acesso para inspeção das instalações e dos procedimentos relacionados à implementação e à operacionalização do plano de gerenciamento de resíduos perigosos.  No caso de controle a cargo de órgão federal ou estadual do Sisnama e do SNVS, as informações sobre o conteúdo, a implementação e a operacionalização do plano previsto no caput serão repassadas ao poder público municipal, na forma do regulamento."

4. Seguro de responsabilidade civil por danos

  • No licenciamento ambiental de empreendimentos ou atividades que operem com resíduos perigosos, o órgão licenciador do Sisnama pode exigir a contratação de seguro de responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente ou à saúde pública, observadas as regras sobre cobertura e os limites máximos de contratação fixados em regulamento, considerando o porte da empresa, conforme regulamento.

5. Responsabilidades do Governo Federal

  • Por fim, no Art. 41 temos que sem prejuízo das iniciativas de outras esferas governamentais, o Governo Federal deve estruturar e manter instrumentos e atividades voltados para promover a descontaminação de áreas órfãs, mas, se, após descontaminação de sítio órfão realizada com recursos do Governo Federal ou de outro ente da Federação, forem identificados os responsáveis pela contaminação, estes ressarcirão integralmente o valor empregado ao poder público.

Referência
BRASIL. Lei 12.305/10 - Lei dos Resíduos Sólidos. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm> acessado em 05/01/1971

 
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